
quarta-feira, outubro 13, 2010
Leechers & Deceptions

terça-feira, setembro 28, 2010
Desapego Forçado

segunda-feira, setembro 27, 2010
Agora, é pra você.

Maybe...
Oh, if I could pray, and I try, dear,
You might come back home, home to me.
Maybe
Whoa, if I could ever hold your little hand
Ooh, you might understand.
Maybe, maybe, maybe, maybe... yeah
Maybe, maybe, maybe, maybe, maybe, dear,
I guess I might have done something wrong,
Honey, I'd be glad to admit it
Ooh, come on home to me!
Honey, maybe, maybe, maybe, maybe... yeah
Well, I know that it just doesn't ever seem to matter, babe,
Ooh, honey, when I go out or what I'm trying to do,
Can't you see I'm still left here
And I'm holding on in needing you
Please, please, please, please,
Oh, won't you reconsider, babe,
Now come on, I said come back,
Won't you come back to me!
Maybe, dear, oh maybe, maybe, maybe,
Let me help you show me how.
Honey, maybe, maybe, maybe, maybe,
Maybe, maybe, maybe, yeah,
Maybe, maybe, maybe, yeah.
Ooh!
quarta-feira, setembro 15, 2010
O arrancar das máscaras de pele

Delírio Consentido
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segunda-feira, agosto 16, 2010
Amor de Pierrot

sábado, agosto 07, 2010
(des)Medido Tempo

segunda-feira, julho 26, 2010
In Maiorem Satanii Honorem

sexta-feira, julho 23, 2010
Constância saudosista que não finda!
quinta-feira, julho 15, 2010
Pedaços de incerteza certa

terça-feira, julho 06, 2010
Cenas Perdidas de Registro

segunda-feira, maio 24, 2010
Baby, baby .. eu sei que é assim.

quarta-feira, maio 19, 2010
Rosas da Escuridão

sábado, abril 17, 2010
E o quê é real ?
quinta-feira, janeiro 07, 2010
May I kiss your wound?
[ a arte do sempre saber ]"Lá, o que sobe pouco a pouco tal montanha, enquanto outros se dissolvem em uma planície.
O tempo redefine-se e cai na tristeza, grão a grão ...
"O tempo, meu caro, cura todas as feridas", fala uma língua bifurcada.
Mas nada, nada muda aqui, esta dor continua e não se vai longe.
[Lamento:]
"Eu fui fraco, como já envelheci, e o próprio tempo fez-me devagar ...
e como eu fecho meus olhos na tristeza, mil estações vêm e vão ... "
Talvez o suficiente para cobrir todos e também cruel o suficiente para revelar,
mas todas as feridas e cicatrizes que ele carrega,
nem a força, nem sempre um beijo pode curar.
O tempo não cura nada, nada, nada ...
Acintosamente desdenha e ri.
Te deixa partido e em desafio só te adiciona outra cicatriz ...
Chame-se de "cego", e veja como ele está se contorcendo, contando horas, séculos ...
A dor que cresce e brilha nas marés, incapaz de desaparecer, não querendo deixar ...
O tempo não cura nada, nada, nada ...
Empurra até que está mergulhando em carne diferente.
O tempo não cura nada, nada, nada ...
Apenas petrifica alguma vergonha inominável ...
[Lamento:]
"E é chegado o tempo de meus dedos virarem garras, eu estaria perdendo-me?"
Eles dizem: "Ainda há esperança para você na terra."
O tempo ainda quer que eu corra, ou talvez ele esteja correndo ... - Em qualquer caso, será sempre sair pior ... "
O tempo é fugaz, o tempo pára, pára para ninguém e os aprisiona aqui dentro.
Mas ainda assim eu sonho com o luz sombria que recairá no lado esquerdo ...
[Resumo:]
"Como eu desejo que eu esteja morto, e descanse em paz final ...
Mas mesmo ao luxo de morte não pode curar as feridas que o tempo não curou ..."
Oh, Saturn .. please, devour me.
[ sufrágio de virtuosidade ] Agora eis que me permito afundar no devaneio de uma alma imóvel.
Perder-se em pensamentos, em ódios súbitos e repentinos, pra encontrar-se em amores fúteis e passionais.
Ausência de questões, motivos, causas, razões ou qualquer mísero fato que possa ser capaz de algo justificar.
Apenas o amargo e vão prazer de diagnosticar amarguras, de abrir feridas doloridas, fazer-se infeliz sem o menor esforço.
Afinal, haveria beleza sem dor ? Profundidade em sentimento sem o simples ressentir ? Sem o ranger de dentes amargurados ? Sem lágrimas salobras de puro rancor ?
Jamais a admiração de pequenas letras em conjunto! Seria possível a exaltação de felicidades sublimes apenas ?
Que lúgubres perfumes haveriam de ser inalados se não vos dissesse das belezas esquecidas que jazem na melaconlia ?
Segredos impronunciáveis num simulacro de mistérios.
O que seria então a felicidade plena sem a tórrida lembrança de um sofrer abissal ?
A dor! Eis a sutil felicidade permitida, pois então !
Sempre ao alcance de sutis lembranças, podendo ser alcançada por um visitante descuidado que passa como se observasse antigos e raros vitrais de extintas fortalezas.
Sejamos então uma legião de sofredores! Façamos templos e altares, glorifiquemos o pesar!
Como que numa trágica procissão que murcha como pétalas ao tempo.
sábado, novembro 07, 2009
Teatro Declarado
[ intolerância para conveniências ] Espaços em branco que restaram.
Jogados, aos farelos, aos farrapos.
Dos apagões que fiz de partes que um dia foram vida.
Ou pelo menos parte dela.
Felicidade, amizade, todo tipo de amor.
Apenas momentos, como o vento.
Dependendo do clima, forte ou fraco.
Elas chegam, e passam.
Simples.
Bem-vindos!
Eis aqui o Mundo dos Interesses!
Pague seu ingresso com a troca de favores.
Coloque suas melhores máscaras e venha fazer toda a indiferença!
Vazio infinito que não se preenche com conveniências.
Os dias e horas não significam mais tempo.
Só passam despercebidos, se achando na programação mutável da tv.
Limites medidos com filtros de cigarro e copos vazios, que só aproximam a enfermidade.
Mas que aliviam a mente de pensamentos realistas perturbadores.
Enquanto houver um cigarro, uma mulher jamais estará só.
E o futuro é a terceira idade, só em uma casa cheia de gatos, com câncer.
Como deve ser.
Nothing is everything
e hoje, nada me admira mais.
vasos quebrados, espelhos trincados, vidro partido.
tecido rasgado, pedra atirada, braço mordido.
flechada, queimada, estampido.
amigo, inimigo, esquecido.
explosão, destruição, solidão.
descaso, solidão, isolamento.
solidão, mágoa, amargura.
ressentimento, desconfiança, descrença.
coceira, alergia, doença.
falar, fazer, falsificar.
mentir, enganar, acreditar.
prometer, jurar, furar.
iludir, ludibriar, inventar.
cobrar, cobrar, cobrar.
trair, chorar, matar...
um coração.
e, principalmente hoje, nada me surpreende mais.
terça-feira, agosto 04, 2009
Ela só quer ser ...

[ ... mas o pior é que ela é... ]
maliciosa lábia, salientes manifestações...
Ela finge nem ligar, mas todo mundo sabe
que ela gosta e faz questão de acender o fogo alheio e some sem grandes preocupações
Se ela passa, logo capta toda atenção pra si
A sua aparição
invade todo o ambiente
E nem um ser sequer ousa andar pela calçada da
indiferença
Pra quê tanta lindeza num ser só?
Não sei, mas assim o mundo
fica pior
Isso ainda vai dar um dia motivo pra um manifesto contra a má
distribuição da beleza!
Ela só quer ser! mas o pior é que ela é!
Lá vai
ela. já se vê uma saudade perturbar e nos olhares taciturnos o principiar de
confabulações.
Sei que ela vai voltar, porque ela adora aparecer e a cada
nova aparição renova minha desilusão de absorvê-la em suas proporções
Quando
ela some deixa o ar impregnado de toda sorte de desejo
A sua presença não
permite outro assunto
E a sua ausência, por seu turno, teima em não mudar o
tom da prosa.
Pra quê tanta lindeza num ser só
Não sei, mas assim o mundo
fica pior
Isso ainda vai dar um dia motivo pra um manifesto contra a má
distribuição da beleza!
Ela só quer ser! mas o pior é que ela é!
Agora eu
vi que ela só quer ser!
Mas o pior é que ela é!"
Me lembra de mim.
Faz alguns lembrarem de mim igualmente.
Música belíssima, indico total.
Pra quem quiser conferir:
http://www.myspace.com/validuate
"Ela é"!

