
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Do you marry me ?

Self-Love
Everyday I love you...

quinta-feira, janeiro 19, 2012
Mais uma dose.

sábado, janeiro 07, 2012
Diário de Bordo II
Re-compor

Lindas são as histórias de amor dos filmes.
Não existe tempo duradouro pra sofrimento, mágoa ou decepção.
Tudo é perfeitamente e simetricamente consertado antes mesmo do fim.
Não há fim, por melhor dizer, a não ser o clichê do "Feliz pra Sempre".
Lá, não há tristeza pequena feita nas "microações" diárias, você só se felicita e ri com as surpresas lindas e juras de amor eterno.
Aqui, a gente se deprime, sofre e dói.
Lá, ombros amigos, diversão e festas épicas.
Aqui, também, mas eu prefiro me recompor sozinha.
Castelo de água

Ele acordou em mais um santo dia de chuva
Abriu os olhos e sorriu
Olhou o mundo com a grandeza de um rei
E respirou o ar da liberdade e se lembrou
Que o caminhar livre de um homem
Nenhum dinheiro pode comprar
Nada como um dia após o outro para estar
Preparado para guerra que virá, diferente amanhã..
Mato Seco
sexta-feira, dezembro 16, 2011
Foi-se.

-
Vai, com garras caninas tão tuas
E arranca por vez esse felino coração
Que por ti tinha tanta devoção.
Vai, lobo vil que uiva minha dor
Lança ao chão com ferver o meu amor
E cessa por vez esse torpor.
Joga pro alto então,
tudo que denominavas de paixão.
Condenas minha imperfeição
Por amar-te tanto, em vão.
-
100 +
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Ressaca de quê ?
Cof, cof...

terça-feira, novembro 22, 2011
Bipolaridade

quarta-feira, novembro 16, 2011
quinta-feira, outubro 20, 2011
quarta-feira, junho 01, 2011
Des-casos

quarta-feira, março 16, 2011
Já fui, já fomos...

quinta-feira, dezembro 30, 2010
Tátil figurado

Saudades.
Do tempo que não passamos juntos.
Dos beijos apaixonados que não demos.
Das noites que não dormimos juntos.
Das manhãs em que não acordei ao teu lado.
Das brigas que não tivemos.
Dos sorvetes que não dividimos.
Das declarações de amor nunca ditas ao pé do ouvido.
Das lágrimas que não rolaram.
Das palavras nunca jamais pronunciadas.
Dos pensamentos reprimidos.
Dos olhares de culpa que não foram vistos.
Das recepções calorosas que não vivemos.
Das despedidas tristes que não sentimos.
Das viagens que não curtimos.
Das conversas sérias que não tivemos.
Dos cigarros não fumados, até.
Mas, saudade mesmo, é do tempo.
Tempo onde tudo isso poderia ter existido.
Tempo que nunca, nunca voltará.
Saudade do tempo onde pensar nisso, era bom.
Saudades das saudades que deixavas no meu peito,
ardente como brasa,
presente como minha alma.
Hoje ?
Nas nuvens.
Inconsistente como elas.
Dormindo com o fantasma da tua saudade.
sábado, outubro 16, 2010
Assassínio.








